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Deficiência de alfa 1 antitripsina: tosse e chiado no peito podem ser sinais

Entenda a deficiência de alfa 1 antitripsina, os sintomas que afetam pulmões e fígado e como o diagnóstico correto auxilia no tratamento. Saiba onde agendar.

Por Dr. Elie Fiss

Publicado em 05/05/2026, às 15:59 - Atualizado em 21/07/2026, às 13:06

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alfa 1 antitripsina

alfa 1 antitripsina atua como um escudo, impedindo que certas enzimas causem inflamações excessivas em órgãos vitais.  

Quando os níveis desta proteína estão baixos, o organismo perde parte dessa barreira natural, o que exige atenção médica. Muitas vezes, sinais que parecem comuns, como um cansaço persistente, podem ser um alerta.

Alfa 1 antitripsina: o que é?  

A alfa 1 antitripsina é uma proteína produzida principalmente pelo fígado e que viaja através do sangue para proteger várias partes do corpo, mas especialmente os pulmões. 

Nosso organismo tem o que chamamos de enzimas de limpeza. E a alfa 1 antitripsina garante que essas enzimas combatam apenas os invasores e não desgastem os tecidos saudáveis. 

Quando há falta dessa proteína, o corpo sofre com a chamada deficiência de alfa-1 antitripsina. Sem essa proteção, os pulmões sofrem lesões que levam ao surgimento do enfisema pulmonar, uma condição que pode ser muito grave dependendo do nível da deficiência. 

Nesses casos, a doença é progressiva e deixa os pulmões muito mais suscetíveis a infecções e às variações do clima. Sem o tratamento adequado, que inclui a reposição da proteína, o enfisema tende a avançar com uma gravidade importante. 

Além disso, em alguns casos, a proteína pode ficar acumulada no próprio fígado em vez de ser liberada no sangue, o que pode causar irritações nesse órgão.  

Por ser uma característica que muitas vezes vem da genética, o exame de sangue ajuda a verificar se os seus níveis estão adequados. 

Função da alfa 1 antitripsina  

A principal função desta proteína é manter a elasticidade e a saúde do sistema respiratório. Ela impede que enzimas agressivas destruam as pequenas bolsas de ar dos pulmões, o que ajuda a prevenir doenças como a DPOC 

Além disso, ela pode evitar que o fígado sofra desgastes que poderiam levar a quadros de cirrose ou inflamações crônicas. 

Sintomas de deficiência da alfa 1 antitripsina  

Os sinais de que a proteção do corpo está baixa podem variar, mas alguns deles são: 

  • Falta de ar ou chiado no peito, especialmente ao fazer esforço; 
  • Tosse frequente com produção de muco; 
  • Pele ou olhos com aspeto amarelado (icterícia); 
  • Inchaço nas pernas ou no abdómen. 

Exames indicados para diagnosticar a deficiência da alfa 1 antitripsina  

No diagnóstico, além da dosagem da proteína no sangue, o médico pode solicitar a alfa 1 antitripsina fecal caso suspeite de perda de proteínas pelo sistema digestivo.  

No caso de uma investigação mais profunda sobre inflamações intestinais, outros exames como a colonoscopia ajudam a descartar ou confirmar quadros como os de colite ulcerativa.

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Alfa 1 antitripsina: preço e onde agendar  

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